## Separe proposta, identificação e decisão de crédito

Uma proposta de financiamento reúne dados e condições que serão analisados pela instituição. A verificação de identidade ajuda a identificar quem solicita a operação. A análise de crédito avalia critérios próprios. A formalização registra o acordo aprovado. Essas etapas se conectam, mas uma não substitui a outra.

O KYC pode ser incorporado antes de continuar a proposta ou antes da formalização, conforme o risco e o desenho da operação. O resultado deve voltar ao processo correto, com tratamento para pendências e revisão.

## CCB tem requisitos próprios

A Cédula de Crédito Bancário é disciplinada pela [Lei 10.931/2004](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.931compilado.htm). A lei admite assinatura eletrônica com identificação inequívoca do signatário. A adequação de cada fluxo e documento exige avaliação dos requisitos aplicáveis.

Não basta renomear um arquivo como CCB. A instituição deve avaliar conteúdo, partes, garantias, representação e demais condições do instrumento. A aprovação de KYC, isoladamente, não garante que uma CCB atende a todas essas exigências.

## Organize a relação entre os registros

Associe a proposta, a transação de identidade, a versão do documento e os registros da assinatura ao mesmo processo de negócio. Quando houver outra pessoa na operação, como garantidor ou representante, defina o tratamento adequado para sua participação.

A combinação de identificação e assinatura pode reduzir etapas dispersas e facilitar a consulta dos registros. Isso depende de uma integração que preserve contexto e de um fluxo validado pela instituição.

[Solicite uma demonstração de KYC](/pt-BR/contato?product=kyc&interest=demo) para avaliar sua operação e conheça a [Plataforma de Assinaturas](/pt-BR/sign) para a formalização documental. Nenhum resultado de identificação representa promessa de concessão de crédito.
