## Cada etapa responde a uma pergunta

Um documento apresenta informações e elementos de identificação. A biometria permite comparar características de uma pessoa no contexto da verificação. A prova de vida acrescenta uma checagem sobre a presença da pessoa na captura. Essas funções se complementam, mas não devem ser tratadas como sinônimos.

Uma fotografia enviada isoladamente não resume uma jornada de KYC. Importam também a configuração, as etapas exigidas e o resultado do processo. Da mesma forma, concluir a prova de vida não significa que todas as verificações necessárias foram aprovadas.

## Planeje a experiência e as pendências

Explique à pessoa por que a identificação é solicitada e como realizar a etapa. Preveja situações de baixa qualidade de imagem, documento não aceito, interrupção e necessidade de revisão. Um processo claro evita transformar toda dificuldade técnica em suspeita de fraude.

No sistema que recebe o resultado, diferencie etapa intermediária, pendência e decisão final. A liberação de uma conta ou contratação deve seguir sua política de risco, sem deduções baseadas apenas no fechamento da tela.

## Proteja os dados desde o desenho

Dados biométricos vinculados a uma pessoa são sensíveis segundo a [ANPD](https://www.gov.br/anpd/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes). Avalie finalidade, acesso e tratamento com os responsáveis pela proteção de dados.

Na operação, limite cópias, evite compartilhar capturas em conversas abertas e defina quem pode analisar uma pendência. A coleta adicional precisa ter um propósito claro, em vez de simplesmente aumentar a quantidade de arquivos.

Conheça o [KYC](/pt-BR/kyc) ou [solicite uma demonstração de KYC](/pt-BR/contato?product=kyc&interest=demo). A [documentação técnica](/pt-BR/desenvolvedores) mostra como acompanhar resultados e preservar a separação entre identificação e decisão de negócio.
